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Santa Catarina continua sem transporte coletivo

Conforme o pronunciamento do governador Carlos Moisés (PSL), o transporte coletivo municipal, intermunicipal, interestadual e internacional permanecerá suspenso em todo o estado de Santa Catarina pelo menos até o final de abril devido a pandemia mundial de coronavírus.

No estado, ao menos duas empresas de transporte coletivo já fecharam suas portas, e este número deverá aumentar nas próximas semanas. Com os serviços suspensos desde 18 de março, muitas empresas do setor estão sem ‘caixa’ para arcar com as despesas mensais.

Se as medidas adotadas pelo governador são boas ou ruins não nos cabe discutir. Certamente a equipe do governo leva em consideração o efeito econômico, mas dá mais importância para a preservação de vidas.

Quatro linhas especiais estão sendo disponibilizadas em Blumenau

Profissionais da saúde

Algumas linhas de ônibus especiais para profissionais da saúde estão sendo disponibilizadas em Florianópolis, Joinville e Blumenau.

Para adentrar nestes ônibus o usuário precisa comprovar que é trabalhador do setor da saúde. Além disso, é obrigatório a utilização de máscaras.

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Gaspar poderá ficar sem transporte coletivo

Em reunião com seus funcionários nesta manhã, a administração da Coletivo Caturani anunciou a demissão de todos os seus colaboradores. A empresa é responsável pela operação do transporte coletivo em Gaspar desde 04/10/2016.

Conforme nota oficial disponibilizada pela empresa, as rescisões contratuais foram efetuadas de forma a garantir que seus funcionários tenham acesso ãs verbas rescisórias e ao seguro desemprego.

Os motivos desta atitude são relacionados a pandemia mundial de coronavirus, tais como o fechamento das escolas, do comércio em geral e de empresas prestadoras de serviços não essenciais. Além disso, o serviço de transporte coletivo está suspenso desde o dia 18 de março.

Sendo assim, a empresa encontrou-se sem dinheiro em caixa para honrar seus compromissos com funcionários e demais credores.

Coletivo Caturani está sem contrato para operar o transporte coletivo em Gaspar

E agora?

Desde 2016 operando sob contrato emergencial com a Prefeitura de Gaspar, a empresa se disponibiliza a continuar oferecendo os serviços após o término da pandemia de coronavírus.

Porém, conforme a nota disponibilizada pela empresa, a Prefeitura de Gaspar precisaria aumentar o valor das passagens ou disponibilizar subsídios financeiros para cobrir os custos do serviço. Segundo a Caturani, as receitas atuais não cobrem os custos da operação.

Neste momento o contrato emergencial está vencido e as partes não chegaram a nenhum acordo sobre a continuidade dos serviços após a liberação por parte do governo estadual.

Em breve traremos mais informações sobre este caso.